domingo, 30 de novembro de 2008

Outono no Mississippi


Foto de hoje, mostrando uma árvore aqui na cidade, em frente à nossa igreja. Pra falar do outono, chamo meu pai! Infelizmente ele não conseguiu ver o outono do jeito que gostaria este ano. Fica pro próximo!
Leia o post dele no original, aqui. Vale mesmo visitar o blog dele.

Por Emilio Garofalo Filho
Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008
NO OUTONO DA VIDA
(2008)

Prefiro ver e sentir o Outono ao norte do equador.
Lá como cá, as folhas caem no Outono, pois conhecem o tempo e as estações e “sabem” que sua hora chegou e que devem deixar a vida para que outras folhas ocupem seu lugar.
Mas, não se entristecem por isso; ao contrário, engalanam-se, explodem numa profusão de cores que só nesse tempo se vê. Cores inimagináveis ao sul do Equador.
Quando o Outono chega no norte é Primavera aqui (E a Primavera ao sul é mais bonita que a Primavera do norte).

Mas, sul ou norte, as folhas caem no Outono. O vento e a chuva, elementos do tempo e do tempo ajudam nessa queda. Mas no norte, quando o espectro de cores se completa, o vento em reverência, antes de derrubá-las de vez, faz com que bailem coloridas no ar, se misturem no céu, como um festival de bandeiras em feriado nacional (licença, Orestes Barbosa, Silvio Caldas).
E a chuva as faz brilhar, mesmo no chão, antes que se conclua sua “saída de cena” e se inicie o processo de transformação em alimento para a flora.

Quando chega o Outono de nossa vida, acompanha-o a angustiante questão sobre como “sair de cena”, uma verdadeira “não opção” já decidida ao nascer. Como fazê-lo?
Com discrição, como as folhas fazem ao sul, à espera de ressurreição na primavera? Ou revestir a alma do turbilhão de alegria que as folhas do norte escolhem sempre, mesmo sabendo que não voltarão e que novas folhas surgirão nos galhos de onde saíram?
Fico pensando que essas folhas que se colorem com o anuncio de seu fim, que festejam o seu próprio fim, acreditam em vida eterna.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Dia de agradecer

Assim como todos os outros dias!!
Especialmente agradeço pela minha menina.



Agradeço também pelo futebol, fonte de tanta alegria e sofrimento, como nesta propaganda do McDonald's. Como já foi dito, futebol é a coisa mais importante das coisas sem importância...
Agradeça!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Trabalhos encerrados

Correria sem fim. Preparando para ir ao Brasil!!!!
Neste domingo preguei novamente na igreja, desta vez o texto foi Rute 1:1-5. Trata de como um momento de crise pode ser piorado pelas nossas ações inconsequentes. Além disto tratei da graça e providência de Deus no meio da confusão.

Ontem terminei meus trabalhos para o seminário!!
Um chamado sobre "uma ética intercultural de entretenimento, definindo limites"
O outro sobre "Missão, recriação e o pacto com Noé"
qualquer dia falo mais sobre eles.

sábado, 22 de novembro de 2008

I love the world (pão-de-alho)

Confira este excelente comercial do Discovery Channel. Se ficar com o cursor do mouse sobre a imagem aparece a letra da música.

Usando os programas do canal, como Dirty Jobs, Future Weapons, Mythbusters e outros eles declaram o amor pelo mundo.
Fica a pergunta: devemos amar o mundo? Sim e não.
Não no sentido de ter o coração por demais apegado a esta realidade como se ela fosse tudo o que há. Não devemos nos ater às coisas passageiras em comparação com as coisas eternas.
Sim, no sentido de que devemos amar o mundo pois foi criado bom por Deus, após a queda a criação passou a sofrer e gemer por causa de nosso pecado, e a Bíblia fala em Romanos 8 que a própria criação aguarda a redenção. Após preservar Noé e sua família no dilúvio, Deus fez um pacto com Noé e garantiu que enquanto a terra durasse (até a consumação) haveria estabilidade na terra, dia e noite, estações e assim por diante. Deus colocou o arco-íris como símbolo desta nova realidade. Dali em diante, quando aparecesse a chuva e as nuvens trouxessem à mente a dura realidade do dilúvio, Deus se lembraria de suas promessas. Em vez de destruição viria o arco, o símbolo do pacto de Deus. Assim como nos tempos de Noé, o mundo mantém pela graça de Deus grande parte de sua beleza, mas a corrupção humana mancha tudo. Assim como Noé foi protegido do cataclisma pela arca, aqueles que estão em Cristo serão protegidos do grande cataclisma final, em que tudo se fará novo. E esta nova criação, tão amada por Deus, será amada corretamente pelo homem. Enfim.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Bond mania parte 4


Chegando ao final da série Bond Mania. Se quiser aqui estão parte 1, parte 2 e parte 3.
A era Brosnan havia tido sucesso, mas parecia estar chegando ao fim. Por muitos anos a série Bond havia ditado o rumo dos filmes de ação, mas sua fórmula estava ficando envelhecida, assim como seu ator principal. Houve um hiato de 4 anos entre Die Another Day e Casino Royale, período em que surgiram alguns filmes que influenciaram bastante os novos rumos da série. Geralmente se apontam os filmes da série Bourne (Identidade, Supremacia, ultimato) como algumas destas influências. Mais realista em suas ações mas não por isto menos empolgante, apontava um caminho mais pé-no-chão para filmes de ação/espionagem.
Um crítico sugere que outra grande influência foi Batman Begins, que pega uma franquia desacreditada e decide fazer um reboot na série, mostrando uma história de origem do herói, como ele se torna o que é, com mais violência e menos pirotecnia.
Assim nasceu Casino Royale. Meu pai lembrou bem que já havia um filme com este título, mas na verdade era mais uma paródia de Bond do que propriamente um filme Bond.
Casino Royale é baseado no livro de mesmo nome, atualizado para o século XXI. O escolhido para o papel foi Daniel Craig, no início gerou controvérsia, mas depois creio que foi amplamente aceito. Ele traz um Bond menos divertido porém mais complexo. Craig mostra um Bond que é no fundo um assassino, como diz M, uma arma de força bruta. Ele não é um piadista, sua ironia aparece pouco e pode-se crer que e é uma ameaça real. A impressão que ele passa é que poderia surrar qualquer outro Bond, até mesmo Connery. Pobre Jason Bourne iria apanhar tanto...
O filme é excelente, continuando em diversas tradições da série como a música, a M, e o Bond, James Bond. Outros elementos foram deixados e outros ganharam certa referência indireta - Moneypenny e o martini. O filme recebeu aclamação de público e crítica. A bond girl Vesper Lynd foi também muto bem escolhida e o vilão Le Chiffre é atual e preserva um toque de fantástico com suas lágrimas de sangue. A cena da tortura mostra que este não é o Bond que se vestiu de palhaço em Octopussy.
2008, chega a continuação, enfim.
Acabei de voltar do cinema. O novo filme, Quantum of Solace, é pela primeira vez uma continuação direta de um filme na série Bond. Embora antes houvesse certa continuidade e referência, as missões eram meio que independentes. Esta história começa imediatamente após o término de Casino Royale. É necessário ter visto Casino Royale para entender e curtir este novo filme. Aliás, sugiro que você assista novamente antes de ir ao cinema.

Vou tentar não revelar nada importante, mas vale saber que amei o filme. Creio que está no mesmo nível, ou muito perto de Casino Royale. É realmente como se fosse um só filme. Alguns reclamam da edição muito abrupta, e concordo que em certos momentos fica meio confuso. Aliás, a história é complexa e creio que exija duas visitas ao filme para pegar tudo (ainda mais assistindo sem legendas...) Ótima ação, mais detalhes sobre o mundo do crime, mais CIA, MI6, uma homenagem a Goldfinger... Pode ir tranquilo. Não quero ficar elevando as expectativas do povo e gerar decepção. Mas não consigo evitar o fato de que gostei muito. Tenho visto alguns dizerem que é um bom filme de ação mas que não é Bond. Discordo, acho que é o mesmo Bond de Casino Royale. Certamente diferente de outros Bonds. E aí está a chave: há diversos Bonds. Mesmo entre os diferentes ators cada um deles teve diferentes formas de viver o papel. Cada um tem seu ideal do que deveria ser o filme.
Craig está ainda melhor no papel de um Bond brutal e cheio de recursos. É bacana ver como Bond está se desenvolvendo no que ele era nos filmes anteriores. Um exemplo diz respeito a seu martini. Chega, já falei muito. Bond está de volta. O Bond de Craig.

Respondendo à pergunta mais comum e ao mesmo tempo mais inútil e mais intrigante: Quem é meu Bond favorito? Hoje a resposta é:
1 - Empate entre Craig e Connery
2 - Brosnan
3 - Moore
4 - Dalton
5 - Lazenby
DEIXE O SEU VOTO NOS COMENTÁRIOS!!
O que vem por aí com Craig? Seus próximos filmes dirão se ele passa Connery ou cai para o segundo lugar. E certamente teremos mais.
P.S. Um doce pra quem descobrir o primeiro nome da Agente Fields. Dica: cabelo vermelho, agente britânica.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Bond mania parte 3


Se quiser confira a parte 1 e a parte 2. Decidi estender a coisa até a parte 4, tratando da nova fase com Daniel Craig.
Já tratamos de toda a fase Connery, do brevíssimo Lazenby, do Moore e do breve Dalton. Bond havia sido absurdamente famoso e lucrativo nos anos 60 e 70, caindo bastante no final dos anos 80 em termos de popularidade. Foram até ali 16 filmes oficiais.
Bond tem fãs no mundo todo. Muitos, entretanto, acham os filmes muito mentirosos. Confesso que não engulo tal crítica. Tudo aquilo que vemos nos filmes pode e deve ter acontecido. Ok, talvez nem tudo. Falando sério agora, é claro que é tudo mentiroso, pra ver somente realidade é melhor ligar no jornal do Datena. Gostamos do Bond justamente por que ele faz coisas que só ele é capaz de fazer contra as situações mais improváveis que a mente humana consegue bolar.
Com o final da Guerra Fria ficou a dúvida se ainda haveria lugar para o Bond. De fato houve um hiato de 6 anos sem Bond, tempo no qual os produtores parecem ter definido dar outro rumo a série, trazendo Pierce Brosnan, que já fora cogitado antes mas esta indisponível.

Desde que me lembro de ver filmes, meu pai me colocou para ver James Bond. Pelo que me recordo não seguimos uma ordem particular, mas fizemos o esforço de assistir todos. Curtimos demais e fiquei muito fã da série. Vale notar que não tinha visto nenhum deles no cinema, até então. Tudo em vídeo, por vezes acompanhado de pipoca (às vezes com bacon!)
A primeira vez que vi Bond no cinema foi quando chegou o novo ator, o irlandês Pierce Brosnan.
Em 1995 chegou Goldeneye ao cinema. Manteve-se firmememente dentro da tradição do que se espera dos filmes Bond: Uma cena espetacular antes mesmo dos créditos (bungee-jumping na represa), música memorável na abertura (com Tina Turner), bandidos com planos megalomaníacos, bondgirls, carrões, etc. Mas também trouxe mudanças. O velho M saiu dando lugar a uma mulher (Judi Dench), talvez reflexo do fato de uma mulher ter pouco tempo antes se tornado chefe do MI5. As Bondgirls se tornaram mais capazes de ajudar, sendo menos indefesas (mas não muito). Goldeneye foi um filmaço, muitos consideram o melhor dos filmes do Brosnan.
Como comparar os atores? Brosnan parece ter sido um meio caminho entre Connery e Moore. Volta para um lado menos divertido e mais violento de Connery, mas continua cavalheiro e com certas piadas típicas de Moore. Tem ainda a frieza do Dalton. Essa mescla polarizou o público entre amor e indiferença. Brosnan ainda fez mais três filmes:

- Tomorrow Never Dies (007 - O amanhã nunca morre) - Bond se junta a uma agente secreta da China para combater uma espécie de Roberto Marinho do mal, que pretende incitar guerras para faturar com sua rede de notícias. Sim, parece que as idéias estava se esgotando, mas o filme é bom. 1997

- The World is not enough (007 - O Mundo não é o bastante) - Enfretando Renard, o bandido que não sente dor, Bond tem mais uma missão difícil junto com a Dra. Christmas Jones (!?!) - 1999

- Die Another Day (007 - Um Novo dia para morrer) - Curiosamente, nas listas que vi por aí de filmes Bond, muitos colocam este como um dos piores de todos os tempos, e outros o qualificam
como um dos melhores. Clássico exemplo de ame ou odeie. Bond chega novamente ao patamar de Moore em termos de planos alucinados e brinquedos fabulosos - se isso é bom ou ruim fica por conta do cliente. Eu, por exemplo, gostei. Anelise odeia o carro invisível. Meu amigo Daniel Lopes odiou a cena do surf... eu gostei do hotel de gelo e do Aston Martin. A terapia genética é um pouco demais, mas os diamantes, o aprisionamento na Coréia do Norte e a arma solar são bacanas. Este filme teve a adição de Hale Berry como a agente americana Jinx. 2002.

Brosnan marcou época em quatro filmes, mas chegara a hora de mudar novamente. Na parte 4, após eu conseguir assistir Quantum of Solace...

domingo, 16 de novembro de 2008

Hexa??


Será que vai mudar o número de novo??? Eu estou evitando comemorar... faltam 3 rodadas...
Vamos São Paulo!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Bond mania parte 2


Após o último filme de Connery, havia chegado a hora de mudar. O novo ator escolhido foi Roger Moore, com mudanças mas também com continuidades. Bond continua com suas missões fabulosas, com cenas de ação mesmo antes dos créditos, com uma música memorável logo no início, continua derrubando 11-15 mulheres por filme, tendo excelente tiradas irônicas (ou não), superando qualquer armação, trocadilhos infames... Mas também é fato que Moore trouxe um Bond mais irônico, divertido, planos mais insanos, momentos mais ridículos, o vilão Jaws, uma visita ao Brasil no carnaval com direito a bondinho no pão-de-açúcar... Certas cenas parecem mais Austin Powers do que Bond!

Os filmes de Roger Moore foram:
Live and Let Die (Com 007 viva e deixe morrer) - 1973
The Man With the Golden Gun (007 Contra o homem com a pistola de ouro) - 1974
The Spy Who Loved Me (007-O Espião que me amava) - 1977
Moonraker (007 Contra o Foguete da Morte) - 1979 - nesse ele vai ao Brasil
For Your Eyes Only (007 Somente para Seus Olhos) - 1981
Octopussy (007 contra Octopussy) - 1983
A View to Kill (007 Na mira dos Assassinos) - 1985

No mesmo ano de Octopussy, 1983, foi lançado o filme não-oficial que marcou o retorno de Sean Connery: Never Say Never Again (007 Nunca Mais outra vez.) Este filme não foi feito pelos detentores dos direitos da série, mas por um cara que era do grupo, brigou com eles e manteve os direitos de uma única história. Esta já havia sido filmada anos antes, Thunderball. Ele contratou Connery para refilmar o seu próprio filme, só que quase 20 anos depois. A história muda um pouco e não usa a trilha sonora oficial e outros elementos restritos por direitos autorais.

Depois de Moore, já cansado e velho para o papel, trouxeram um novo ator que ficou apenas dois filmes, Timothy Dalton. Seus filmes foram um retorno a um Bond mais sério e violento. Entretanto a série já não tinha mais a mesma popularidade, e passou-se um hiato de 6 anos até o retorno de Bond. Veremos no próximo post.
Os filmes de Dalton foram
- The Living Daylights (oo7 marcado para a morte) - 1987
- Licence to Hill (007 - Permissão para matar) - 1989

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Residência

Aonde você mora? Estou escrevendo um trabalho sobre missão, recriação e o pacto com Noé. Hoje lendo o livro "Rainbow of Grace" de Peter Jeffery ele conta acerca de uma pequena cidade no norte do País-de-Gales em que só se fala galês, os nomes, as ruas, tudo em galês. Se você não sabe nada sobre galês, esta língua insana, olhe aqui. A língua é dificílima, o sistema numérico é com base vigesimal. Tente pronunciar isto aqui Fyddan nhw ddim ond yn cysgu pan fydd angen!!! Enfim, chega de digressão.
Visitando tal cidade ele viu na frente de uma casa o nome da família que lá morava, mas com a escrição, em grego, "por um tempo." Tal placa reflete a consciência de que estamos morando aqui enquanto ainda esperamos a moradia definitiva. Como os pais da fé, temos de viver com a consciência de que somos peregrinos. Isto não deve, entretanto, implicar num desdém ou desgosto por este mundo, criado e mantido por Deus. Deve, sim, gerar em nós a esperança do que está por vir, o amor pelo mundo futuro que deve se espelhar no amor pela obra que Deus está fazendo nele.
Peter Jeffery ainda cita que quando o pastor puritano Richard Baxter estava em seu leito de morte lhe perguntaram como estava. Sua resposta: "Quase bem, quase em casa."

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Bond mania parte 1


Estou passando por uma fase James Bond. Anelise sabe bem que tenho essas fases. Tenho lido e pesquisado acerca dos filmes. Tudo isto porque este final de semana estréia o novo filme, "Quantum of Solace." Vou fazer 3 posts de preparação para o evento. Sim, é um exagero, mas ando meio sem idéias para posts.
Como muitos já sabem, Bond vem sendo adaptado em filmes desde 1962 com Dr. No (chamado no Brasil de "O satânico Dr. No," coitado.)

Como já é clássico, Bond tem alguns elementos que quase sempre estão presente nos filmes: Cenas de ação fabulosa, bondgirls, martini shaken not stirred, "Bond, James Bond," a secretária Moneypenny, as invenções malucas do Q, os vilões descontrolados, Walter PPK, carrão tunado com armas de destruição em massa, os nomes sugestivos...
Até hoje 6 atores viveram o papel do Bond, em filmes oficiais (sim, há filmes não oficiais.) Há grande discussão, séria e importante (não deboche) sobre qual o melhor deles. Qual o seu favorito?? Vou dizer o meu no último post...

Os cinco primeiros filmes foram com o grande Sean Conney, e trazem um Bond violento, seco, sedutor e mais sério do que o que viria depois. Após o quinto filme surgiu um ator australiano que só fez um Bond, George Lazenby. Não foi tão ruim, mas Connery acabou voltando para mais um filme, embora visivelmente sem físico para a coisa e parecendo até mesmo desanimado.
Segue a lista dos sete primeiros filmes, com o título em português entre parênteses e o nome do ator que fez o Bond. Note que no Brasil foi adicionado o "007" ao título, o que nunca aconteceu em inglês.

- Dr. No (007 Contra o Satânico Dr. No) - Sean Connery, 1962
- From Russia With Love (Moscou contra 007) - Sean Connery, 1963
- Goldfinger (007 Contra Goldfinger) - Sean Connery, 1964
- Thunderball (007 Contra a Chantagem Atômica) - Sean Connery, 1965
-You Only Live Twice (Com 007 só se vive duas vezes) - Sean Connery, 1967
-On Her Majesty's Secret Service (007 a Serviço secreto de sua majestade) - George Lazenby, 1969
-Diamonds are forever (Os diamantes são eternos) - Sean Connery, 1971

No próximo post a fase Roger Moore, Timothy Dalton e o filme não-oficial de Sean Connery!

Para mais informações visite este site aqui.

sábado, 8 de novembro de 2008

Novo filme Pixar

Amo todos os filmes da Pixar, embore em diferentes graus. Veja o trailer do que está por vir, chamado "Up."

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Sermão de domingo

Está online o sermão que preguei no domingo. Se tiver paciência e quiser treinar o inglês, você pode encontrá-lo clicando aqui. Basta selecionar o com o título "Advice and Example."Agora, se quiser ouvir um sermão bom mesmo, escute o que está logo baixo do meu, do pastor Carl Kalbercamp... rs rs rs
Segue um outline bem resumido pra facilitar.

Intro - Conselhos

I - As pessoas que ensinam
A - Formalmente (Tito capítulo 1 - os oficiais)
B - informalmente toda a comunidadde - por exemplo e conselho
1 - Homens mais velhos - características, responsabilidades e aplicações
2 - Mulheres mais velhas - características, responsabilidades e aplicações

II - O Conteúdo do ensino
A - Não nossas próprias idéias - riscos e erros
B - O que é de acordo com a sã doutrina
C - Aplicações

III - O alvo do ensino
A - Que cada cristão exerça sua função
1 - No caso das mulhers
B - Palavra de Deus não seja blasfemada
C - Ser como Cristo

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Mastigando

Meu amigo David fez uma referência a um post meu acerca das eleições. Aqui está o link. Ele apresenta uma reflexão acerca do processo eleitoral nos EUA e no Brasil, bem como sobre o papel da mídia em tudo isso. vale a pena conferir. Aliás, vale olhar as diversas discussões que eles abordam no site, chamado de mastigue.com
Pode ir visitar tranquilo, alimento nutritivo!!

domingo, 2 de novembro de 2008

Incrivelmente triste...

Pregação hoje

Vou pregar hoje à noite. Será na Pear Orchard Presbyterian Church, nossa igreja aqui no Mississippi. Será às 6 da tarde, já 10 da noite no Brasil.
O texto é o de Tito 2:1-5. Os pastores estão se revezando em pregar o livro de Tito, cada semana no culto noturno um avança com mais uma parte. Hoje eu entro na rotação. O título do sermão será "Conselho e Exemplo." Trata um pouco de como cada membro da igreja tem responsabilidades em viver o evangelho, em apoiar os outros, dentro de seus limites e capacidades.
Vou usar três pontos:
1 - Os que ensinam por exemplo e conselho
2 - O conteúdo deste ensino
3 - O Objetivo deste ensino.

Ore por mim!